Portuguese English French German Italian Russian Spanish

DGAV 99x70 logotipo

OGM na Direcção Geral
de Alimentação
e Veterinária
em Portugal 
(só abre com Chrome)

Artigo - Alimentos “geneticamente modificados”

Artigo de Opinião

Alimentos “geneticamente modificados”

Novembro 2009 | Revista Salutis Scientia Vol. 1

 

cib-microfone-2

 

Pedro Fevereiro, presidente do CiB - Centro de Informação de Biotecnologia e investigador de biotecnologia células vegetais, publicou um artigo no primeiro número da revista científica na área da saúde Salutis Scientia da Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa.

Existe uma contradição crescente entre a opinião generalizada de que os alimentos produzidos com derivados de plantas geneticamente modificadas com recurso à tecnologia do DNA recombinante são perigosos e a acumulação de dados científicos, técnicos e práticos que demonstram o contrário. Este artigo de opinião pretende apresentar esta questão tendo por base não só os conhecimentos acima referidos, mas também a importância de se poder (e dever) utilizar todos os conhecimentos científicos disponíveis na procura de soluções para a produção de alimentos, num mundo em que a população humana continua em crescimento exponencial, ao mesmo tempo que se procura garantir um desenvolvimento sustentável.

 

Ler o ARTIGO COMPLETO
Alimentos “geneticamente modificados”



Exposição sobre a Notificação B/PT/09/01 para Ensaio de Plantas Superiores Geneticamente Modificadas, nos termos do Decreto-Lei n.º 72/2003

EXPOSIÇÃO
de Pedro Fevereiro,
Presidente da Direcção do CiB

2 de Abril de 2009

  

Notificação para um período de ensaios de 3 anos 
para registo de variedades do milho geneticamente modificado 
NK 603, tolerante a herbicidas que contêm glifosato

 cib-microfone-2

 

A minha exposição tem como finalidade apoiar sem equívocos a realização destes ensaios. A primeira razão do meu apoio relaciona-se com o princípio da honestidade intelectual e factual: não é possível questionar-se a utilização desta tecnologia, exigindo-se mais ensaios para se determinarem os riscos associados à sua escolha, e ao mesmo tempo contrariar de todas as formas possíveis a realização dos ensaios que são exigidos. A única razão válida que encontro para esta atitude é a perspectiva, por parte de quem assim actua, de que os ensaios demonstrarão a inocuidade das variedades em estudo, bem como as suas boas produtividades nas condições do estudo e portanto a tentativa de impedir a obtenção de dados fidedignos relativamente ao comportamento destas variedades no contexto edafoclimático português. 


DOWNLOAD DO DOCUMENTO COMPLETO


rabiscos logo banner web2017

Exposições Online Rabiscos no ITQB

Comunicação de Ciência em Reportagens Desenhada
para celebrar o Fascínio das Plantas e o Dia Aberto do ITQB